segunda-feira, abril 28

Lila, oh Lila

Assemelho-me nestes dias a um toxicodependente em período de privação. Acabei de degostar, junto da minha Maria, a segunda época inteirinha do Dexter, o especialista forense que mutila às fatias, e em espaços assepticos, homicidas que a justiça negligenciou. Vou sentir falta do humor mórbido do Morgan, da volatilidade sentimental da irmã Debra. Da rectidão maníaca do falecido pai, Harry. Da prendada e dedicada Rita, uma alma naif que todos os homens gostariam de ter a seu lado, para prevaricarem à vontadinha. Para melhor avaliarem o meu estado de viciação, até me fazem falta a cabra-tenente Laguerta e o amante secreto, sargento Doakes, o atirador compulsivo que virou bode expiatório. Vou ter muitas saudades do pinga-amor Angel Batista e do sexualmente perverso Vince Masuka. E assim que me lembre... estão todos! Se já ando neste estado, nem quero imaginar se a série tivesse, sei lá, uma actriz infinitos de gira e com um carregadíssimo british accent

1 comentário:

anarquista disse...

Lila, oh Lila

LOL, grande maluco!