terça-feira, março 20

Feira de vaidades

Se a vida fosse uma feira
Uma feira popular
E se fosse necessário
pagar senha para entrar
Com uma praça no meio
E um lindo carrocel
Sempre a descer, sempre a subir
Sempre a subir e a descer
...
...
O faduncho do Rodrigo, que apreciava cantarolar na tenra etapa pueril, faz-me agora lembrar a algazarra num partido a caminho da implosão. O poder é lixado, mesmo que do tamanho (leia-se expressão eleitoral) de uma ervilha. Se o Rodrigo dos medalhões ao peito me permitir, ouso uma ligeira alteração à letra original. Aquilo é uma feira. Sim senhor, do mais lúdico que se pode arranjar. Aí estamos conversados. Popular? Indiscutível! Agora parece que o carrocel está escangalhado. Só desce. E, mesmo assim, tem freguesia

2 comentários:

Florença disse...

Eu acho que é mais a fogueira da peixeira :D

carla disse...

ou o faduncho da varina...