sábado, maio 27

Há gente que não devia morrer

Vai fazer 18 anos que se estampou na A1. Nasceu depois o mito urbano que teria sido enterrado vivo. Não me admirava nada. Se ainda hoje se extrai o baço a quem entra nas urgências com uma luxação, imagino há 18 anos.
- Oh Zé, o que é que achas?
- Eh pá, não sei. Mas parece-me mesmo mal. Ainda há cinco minutos balbuciava qualquer coisa que era médico e não-sei-o-quê-Carlos-Paião.
- Xiii, deve tar todo f*****. Fecha lá o saco que daqui a nada não se pode com o pivete!

1 comentário:

Joana (a irmã) disse...

a este nem lhe valeu o "pó de arroz" Cruzessssss :P