segunda-feira, junho 5

Há que por-lhe Penicilina

Já na água erguendo vão, com grande pressa,
Com as argênteas caudas branca escuma;
Cloto co peito corta e atravessa
Com mais furor o mar do que costuma.
Salta Nise, Nerine se arremessa
Por cima da água crespa, em força suma.
Abrem caminho as ondas encurvadas
De temor das Nereidas apressadas.

in Lusíadas, As Nereidas (Canto II)


Por falar em sereias, lembrei-me de uma história de um noticiário de fim-de-semana. Um zeloso funcionário público da região Oeste teimou com uma senhora, de seu nome Nereida, que não podia transferir o mesmo baptismo para o rebento. Não figurava na lista e nem sequer sabia o que aquilo queria dizer. Mas pronto, com uma notazinha de 100 aérios dobrada na lapela, lá concedia um bocadinho e permitia Nereide ou Neireide. Nereida é que não e não. Ficou Catarina

3 comentários:

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