segunda-feira, agosto 28

Amor mamário

Os homens amam quem os alimenta. A noção é cristalina e pode ser comprovada por uma sucinta regressão temporal. Primeiro a esposa prendada que nos serve o prato. Recuando, a querida maezinha, que nos enche de guloseimas. Um pouco mais atrás, o seio que verte o leite da vida. E ai está. Em poucas palavras explica-se a tara pelas mamas. Já aqui explanei convenientemente um das minhas prematuras pulsões peitorais, mas só hoje presto a merecida homenagem à primeira grande paixoneta... localizada. Andávamos assim a mielas dos anos 80 quando a RTP remendou o buraco do Dallas com a não menos intragável Dinastia. Nos Estados Unidos aviaram umas dez temporadas daquela charupada, mas do infindável número de episódios aproveitava-se apenas o par de atributos da boazinha rica. O motivo que inspirou o ricalhaço Blake Carrington a desposar a swedish Krystle Jennings saltava à vista de todos. O homem arrebarbou-se às glandulas e nem quis saber mais da mulher anexa. Revoltava-me aquilo. Só me apetecia recostar-me solidariamente às lindas da Evans. Tão novo e já tão adulto

2 comentários:

Woman disse...

Muito precoce, estou a ver que sim...
Dallas, onde já vai isso...

Beijo

fogacho disse...

e ainda não falei na Debbie Dallas... a seu tempo, a seu tempo ;o)